DESCOBERTA
A felicidade é tão rala rarefeita feita de prazeres sutis, efêmeros. Felicidade é quietude tudo imponderável estável por instantes. Felicidade é tão clara rara, estreita feita de quase, só.
Escrito por jura às 19h18
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Tempo
Reflexões sobre o tempo, sobre o que ele nos traz, onde nos estraga. O que ele nos flagra pensando. Visitas antigas que nos traz o que somos, porque fomos. Quem somos durante esse tempo. Esse tempo que nos faz ouvir seu ruído, sentir seu toque, sua malícia.
Escrito por jura às 21h03
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UM POUCO SOBRE VICKY CRISTINA BARCELONA
Certeza absoluta, eu sempre sei o que quero, isso não é bom pra mim... Nada pior do que essas constatações falsas. Ninguém tem certeza de nada, ninguém sabe tudo o que quer e nem sabe definitivmente o que é bom ou ruim. A personagem Vicky,do filme de Woody Allen "Vicky Cristina Barcelona" , nos mostra isso com muita evidência. Ela descobre que essas constatações são errôneas e falsas quando já está casada, e que seu marido e seu círculo de amigos são distantes de seu mundo. E o pior, está apaixonada pelo parceiro de sua amiga Cristina (Scarlett Johansson), Juan Antonio (Javier Bardem), um pintor que teve um divórcio conturbado da mulher, Maria Elena (Penélope Cruz), linda e maluca.. Homem que ela refutou, mas depois de conhecê-lo e de uma taças de vinho a mais e uma transa não convencional, não o esqueceu. O filme também mostra que em relacionamentos o que parece ser seguro, confortável pode estar desmoronando. Vicky descobre isso quando vê sua anfitriã em Barcelona Judy Nash (Patricia Clarkson), casada com Mark Nash (Kevin Dunn), beijar outro homem. E depois numa conversa reservada com Judy descobre que essa já não mais ama o marido. O mundo já não parece cheio de certeza e redondinho para Vicky. Poderia falar de Cristina e suas inseguranças, de seus sonhos e de sua fuga de um mundo convencional e cheio de clichês, mas, no momento, o que me chamou atenção foram as certezas de Vicky.
Escrito por jura às 19h40
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RISCOS
tenho corrido riscos tenho parado pra pensar tenho feito, segurado ansiedades. tenho aceito, afastado liberdades
Escrito por jura às 10h42
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Bocaina , o rio. Bocaina, a serra. Bocaina, que já nomeou aqui. Bocaina, a lua por trás do campo. Bocaina, bem mais Bocaina.
Escrito por jura às 23h21
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NADA, NADA
nada, nada como fim de tarde depois da lida fim de tarde , tarde que finda o quintal e a figueira.
Escrito por jura às 18h13
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Comecei a escrever hoje num outro blogue, um blogue Vale Paraibano, com outros poetas e cronistas. Blogarei lá como o nome de JURA. visitem lá: http://valeemversos.blogspot.com/ Outra novidade: chegou hoje pelo correio o contrato assinado pelo meu editor Tonho França, por mim e pela editora Multifoco. Acontecência está a caminho.
Escrito por jura às 18h41
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não tenho me preocupado muito, nem esperado tanto. Não que eu tenha me desanimado e esteja muito descrente, é que o que nos deixa felizes, eufóricos, vêm em lampejos, em lapsos.
Escrito por jura às 20h21
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Gosto de atitudes do tipo vender o carro pra comprar uma guitarra Gibson, como fez um sobrinho, vender um fusca pra lançar um livro, como fez Jurandir Fabio, um amigo e excelente artista plástico e escritor. Agora temos Marcelo Naná, que vendeu sua papelaria e apostou de vez na música. Tá gravando seu cd e tá dando aulas de violão, canto e teoria musical.Vale a pena ter aulas e conferir a técnica e, principalamente, a sensibilidade de Naná como músico e professor . Telefone para contratá-lo tá aí embaixo: 3103-3827 - 8166-8192
Escrito por jura às 10h44
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Esse tal de orkut. Nele você adiciona pessoas e depois descobre que essas pessoas são de outro mundo, de outra esfera, não têm nada que ver com você. E essas pessoas te convidam para participar de umas comunidades sem sentido, que não dizem nada sobre você. E você não quer participar de comunidade nenhuma. Mas no orkut, você redescobre velhos amigos, descobre afinidades, recebe proposta até de emprego. Manda abraços pra amigos distantes no tempo e no espaço. Esse tal de orkut.
Escrito por jura às 18h32
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Enquanto o livro está no prelo. Parece que não consigo escrever, espero que depois do livro lançado eu tenha material pra lançar outro, ou fôlego pra quem sabe terminar Lapsos e tecituras, meu livro de contos. Parece ansiedade de principiante. Ansiedade pra ter o livro logo em mãos. Ansiedade de ser lido e criticado. Ansiedade em tomar alguns vinhos e cervejas na noite de autógrafos, ou durante , ou depois. Alguns novos poemas virão...
Escrito por jura às 19h40
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Acho que já falei aqui do meu livro Acontecência. Pois é, depois de 10 ou 11 anos mais ou mesnos de escrita, elaboração, escrita e reescrita, o livro vai ser realmente publicado. A Editora Multifoco decidiu, através do Selo Vale em Poesia, lançá-lo. Quero agradecer , primeiramente, a meu editor Tonho França, pela chance dada, por ter acreditado nos meus poemas. Agradecer aqui minha esposa, companheira e musa eterna é redundante, mas vai o agradecimento. Mas tem muitas outras pessoas que quero agradecer: Ao Guto Capucho, ao Felipe Capucho, ao Carlos Varela, ao Luiz Claudio (o Mala), ao Antonio Marco Amaral ( o Manão), meu fotógrafo, ao Neto Capucho, ao Tauil, ao Benjamim Linhares, ao Raphael Pousa, a Simone Santana, ou seja, às pessoas que me leem, que me incentivam apenas virtualmente e outras pessoalmente, com quem convivo quase todo dia. Posso ter me esquecido de alguém. Quando o livro estiver pronto aviso vocês do lançamento e de como adquiri-lo.
Escrito por jura às 18h12
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Não tenho blogado, mas tenho pensado poesia... lido e ouvido minhas músicas, porque elas já são minhas de tanto ouvi-las. Como são meus os sorrisos de quem amo. Meus, os abraços mais ternos de quem sente saudade e amor. Meus, os melhores solos de guitarra . Meus, os beijos da melhores bocas. As lágrimas da maior vontade de chorar.
Escrito por jura às 22h20
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Demorei pra saber o que é bonito, ou que acho bonito. Agora quando vejo algo assim, me distrai, me estimula.Fico imaginando Monet e seus jardins, suas praias, mais bonitas ainda em suas telas. Descobri o bonito e o que sei dele hoje, vendo uma foto de uma cobra verde manchada de vermelho, meio veludo, rara. Agora sei o que é bonito.
Escrito por jura às 13h21
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Se o tempo não fosse esse cinza, essa chuva fria peneirada. Se o vinho e a saudade da lua não deixasse a gente comovido como o diabo. Se esse solo de sax não fosse tão melancolia, que não sai de mim, não sai.
Escrito por jura às 11h40
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